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Presidente aponta para fevereiro ou março de 2017 anúncio de possível recandidatura… Em Mação, tal como nos restantes concelhos da região e do país, o trabalho de uma autarquia nunca se esgota.

Vasco Estrela assumiu os comandos de um território tão disperso como diverso e é nesse contexto que balanceia, entre o positivo e o negativo, três anos de mandato, apostado em querer incentivar e unir um território rico e com muitas oportunidades, com gente que sabe fazer e que pode dinamizar e alavancar o concelho.
Uma conversa que aborda os muitos projetos que ainda há para fazer no próximo ano e que alinhava investimentos de futuro, alicerçados no Plano de Desenvolvimento Estratégico Mação 2025.
Rádio Condestável (RC) - Presidente Vasco Estrela, está há três anos à frente dos destinos deste concelho. Tem sido fácil gerir um território tão diverso e tão disperso?
Vasco Estrela (VE) – Não é fácil, mas tinha conhecimento das dificuldades inerentes às funções que desempenho. Temos muitas localidades e infelizmente muitas com poucos habitantes o que levanta desafios imensos à gestão autárquica, do dia-a-dia e à tomada de decisões. O facto de ser um concelho disperso também implica que haja um conjunto de infraestruturas dispersas e que as vias de comunicação entre as várias localidades tenham que existir e que ser mantidas. O facto de muitas aldeias terem poucas pessoas, obriga também a uma maior preocupação por parte da câmara, pois existem lá pessoas que necessitam de apoio e de acompanhamento.
Por outro lado existe uma questão com a qual me tenho debatido desde a primeira hora e que é a falta de coesão neste território. Gostaria que fosse outra e que pudesse ser contrariada. Noto que as pessoas ainda vivem muito de costas voltadas dentro do próprio concelho e por vezes dentro da própria freguesia. Não o fazem por mal, é fruto da própria história e da cultura, mas era importante que houvesse uma maior coesão concelhia e maior envolvimento na realidade do concelho.

RC – E cada freguesia reclama para si mais e melhor!
VE – É evidente e penso que isso é natural e saudável. Não o critico. O que gostava era que houvesse um maior orgulho em ser-se maçaense e em todos os que estão espalhados pelo mundo. De que as pessoas de Cardigos tivessem orgulho do que é feito nos Envendos, que os de Ortiga gostassem da Praia Fluvial de Cardigos e que os de Amêndoa reconhecessem que no Penhascoso se fazem coisas boas. No fundo acho que reconhecem mas existe sempre a questão de não ser na minha terra ou freguesia. Repare, uma das riquezas da nossa terra são as associações, onde as pessoas trabalham em conjunto. Se fazem isso na sua terra, podiam transportar o conceito para o todo concelhio e ficaríamos todos a ganhar.

RC – Essa forma de estar e agir dificulta no crescimento do concelho?
VE – Em alguns locais, nomeadamente em Mação, vai havendo partilha de apoios em algumas coletividades, o que demonstra a importância disto que reclamamos há vários anos. Por exemplo, o concerto solidário dos Xutos e Pontapés, organizado pela Associação Ares do Pinhal, teve o apoio das Associações Mac TT e Magalhães. Foi possível conjugar dezenas de pessoas a trabalhar em prol de uma causa comum e resultou bem. Outro exemplo: a Prova do Campeonato Nacional de Trial da Mac TT. É possível realizá-la porque a associação consegue conjugar uma série de pessoas que nada têm a ver com ela. Dois exemplos de como é importante haver a junção de associações e pessoas em prol de uma causa comum. A afirmação do concelho será tanto mais elevada, se conseguirmos, de uma vez por todas colocar de lado as diferenças que nos separam.

RC – Que balanço faz destes seus primeiros três anos de mandato?
VE – Em parte é positivo. Quando chegamos a este ponto começamos a pensar no que fizemos e o que poderíamos ter feito de diferente. Estaria a mentir se dissesse que faria tudo igual. Globalmente estou satisfeito mas há coisas que podiam ter corrido de outra forma. Diria que há dois prismas a avaliar. Por um lado as obras que fizemos e que ainda estamos a desenvolver e aí o balanço é positivo pois conseguimos um conjunto grande de obras importantes para o concelho. Também conseguimos que as coisas corressem bem ao nível da mobilização das pessoas e da transparência municipal. Conseguimos lançar bases importantes para o futuro e participação das pessoas. Em termos de desenvolvimento económico o processo está a ser feito com a concretização do Centro de Negócios. Também é importante a reformulação do GEMA, mas o que mais me preocupa diariamente é tentar suster o êxodo da população do concelho e isso só se consegue com empresas e criação de postos de trabalho.
Quanto ao que correu menos bem, tem a ver com a valorização do território, produtos endógenos e floresta, muito por culpa da definição do PDR 2020 e dos apoios para estas áreas e não foi possível concretizar tudo o que queríamos. Fizemos a aposta na AmarMação, as coisas estão a andar lentamente mas estão no bom caminho e os próximos anos são importantes.

RC – Recordo, a propósito, a junção dos empresários do setor das carnes com vista a ganharem escala. Aqui também nem tudo funcionou!
VE – Esse setor e associação será o que os sócios quiserem. Em janeiro iremos promover uma reunião com eles. Na ocasião a câmara ajudou a promover esta associação porque era bom que o concelho tivesse uma marca identificativa e que entre eles houvesse partilha de práticas e de negócios. O setor existe, tem tradição, cria riqueza, postos de trabalho e promove o concelho. A realidade é que tem havido algum conformismo e marasmo na associação e o que a câmara quer saber é se os empresários do setor continuam com vontade de fazer alguma coisa e de estarem associados. Se assim for estaremos cá para ajudar. Há outra coisa relevante. A câmara tem dois outdoors na A23 a dizer “Mação – Capital do Presunto” e em termos políticos pode ser confrontada com este facto. Eu tenho que dar respostas aos munícipes se for questionado sobre esta matéria.

RC – Falemos de empresas e em concreto da aposta no Centro de Negócios. Chega para atrair empresas ou é preciso mais?
VE – É sempre preciso mais mas temos que ter presente que o dinheiro dos empresários é deles e eles investem onde entendem. É obrigação das autarquias tentar criar condições para que eles se fixem no concelho. Temos que perceber porque razão é que, apesar de termos três Zonas Industriais, em que damos os terrenos, temos o IMI mais baixo do país, ajudamos nas infraestruturas para fixação, as empresas preferem pagar terrenos, mais impostos e as infraestruturas e irem para outro lado. Há aqui um problema cultural, e não só, que faz com que as empresas prefiram ir para outros centros urbanos, onde há outras que prestam outro tipo de serviços, onde entendem que há recursos humanos mais qualificados e com maior abundância, poder de escolha e que podem ir trabalhar com mais vontade. Ou muitas vezes é o Poder Central que encaminha e que entende serem os locais mais adequados.

Dito isto não podemos baixar os braços e ficar à espera que algo aconteça. Não podemos estar à espera que o concelho de Mação se desenvolva por uma qualquer empresa que apareça com 200 ou 300 postos de trabalho. Era bom mas todos querem isto. Temos de perceber assim, à nossa escala, com os empresários que temos, o que podemos esperar e fazer, para que eles possam criar investimento. Nesse sentido surgiu o Centro de Negócios, que está em obras e onde pretendemos disponibilizar espaços empresarias para que novas empresas ou as que existem, e que querem um espaço melhor, se possam ali instalar. A nossa ideia é criar condições muito competitivas para que nasçam novas empresas e outras melhorem a sua atividade. Estamos a criar condições para que não haja desculpa para que as coisas não aconteçam.

RC – Mas disponibilizar um espaço, por vezes para quem começa, não chega?

VE – Certo. Por isso vamos fazer outro trabalho através do Gabinete Empreendedor de Mação (GEMA). No fundo, quem tenha uma ideia e que queira concretizá-la, no GEMA terá uma porta de entrada e acompanhamento até à instalação da empresa. Tudo o que sejam candidaturas, relações com o Centro de Emprego, com as associações empresarias, serão acompanhadas pelo gabinete. Já fazíamos isto mas a ideia é pegar no empresário no primeiro dia e deixá-lo quando a empresa já estiver em laboração. Apesar de estarmos a falar do Centro de Negócios, esta medida aplica-se a todos os empresários do concelho.

RC – Está a falar na descentralização do GEMA?
VE – Sim, a partir de janeiro a pessoa que está no gabinete contactará pessoalmente com todos os empresários que estão na nossa base de dados Irá a cada um dos locais questionar o que se está a passar a vários níveis, identificar situações e prestar apoio. No fundo vai fazer uma radiografia, o mais pormenorizada possível, de cada um dos empresários e dizer que a câmara está ao seu lado para o que for necessário.

RC – Já que é difícil atrair empresas de fora, o objetivo é crescer com a prata da casa?
VE – O objetivo é acarinhar os que sempre investiram no seu concelho, ajudar a criar riqueza e valorizar os que cá estão, não descurando, obviamente os que venham. Iremos publicitar ao máximo o Centro de Negócios mas temos que olhar para o que temos e para o nosso passado. É importante ajudar a manter os postos de trabalho que já existem. Se conseguirmos manter dois ou três postos numa localidade é importante e decisivo, tendo sempre presente que foi com eles que aqui chegámos.

RC – O Centro de Negócios vai funcionar como uma incubadora de empresas?
VE – Sim. Temos três pavilhões disponíveis em três mil metros quadrados de área coberta, divididos por várias tipologias. Estamos a ser ajudados pelo Núcleo Empresarial de Santarém (NERSANT). Focar ainda que nos contactos que temos tido ainda há a ideia das pessoas querem o seu próprio espaço. A ideia das empresas partilharem serviços demora algum tempo.

RC – É por isso que a câmara também está a apoiar o programa Empreendedorismo Jovem sub-30?
VE – Esse é um apoio que está previsto desde o princípio do mandato. Queremos fazer um conjunto de iniciativas e apoiar os jovens empreendedores. Será algo que verá a luz do dia no próximo ano.

RC – Na floresta. O Governo anunciou novas medidas para o setor. Como é que Mação olha para este aspeto?
VE – Temos muito trabalho desenvolvido e muito estudo feito. O que agora está a ser feito pelo engenheiro António Louro é adaptar a nossa visão à luz do que está disponível, sendo certo que os apoios que queríamos e reclamávamos para o setor e a Zona de Intervenção Florestal (ZIF) Total ser financiada numa única medida, não é viável. Neste caso como noutros, chegou o momento de tomarmos decisões concretas, percebendo que o trabalho feito foi bem feito e que as ideias que temos são as melhores.
A importância da floresta no concelho de Mação é decisiva para o nosso futuro. Já vamos ficando contentes por ver o verde mas ele encerra um tremendo potencial de perigo. Em algumas zonas do concelho estão a ser feitos alguns trabalhos de desmatação mas nada disso é suficiente face ao perigo que temos.

RC – Mação está uns passos mais à frente na questão do cadastro florestal e por isso pode dizer-se que parte em vantagem?
VE – É evidente que sim. É fundamental para a gestão da floresta as pessoas saberem onde começam e acabam as suas propriedades, com quem confinam e aí não há enganos. Mas também não foi o facto de termos cadastro que impediu que as tragédias acontecessem. Um exemplo claro que ultimamente temos dado é que, por exemplo num conjunto de propriedades junto à sede de concelho e à autoestrada onde está a ser feito o aproveitamento de paus de estacaria, 74 por cento dos proprietários não está no concelho. E estamos a falar de uma parte do concelho onde houve menos despovoamento. É um exemplo de que, apesar de se saber de quem são as propriedades, elas estão ao abandono.
A forma como vamos fazer intervenções tem de ser compaginável com a disponibilidade financeira das pessoas, a sua vontade ou localização. Há aqui muito trabalho que tem de ser feito e, nesse ponto de vista estamos à frente. Mas estamos a falar de 80 mil propriedades, só no concelho de Mação.

RC – Ainda assim nota-se que os proprietários estão, cada vez mais, a cuidar do que é seu?
VE – O que notamos é que há preocupação e expetativa por parte dos proprietários e as pessoas não se sentem seguras para intervencionar a floresta devido ao risco que isso tem, ao problema dos incêndios e pelo facto de cuidarem do que é seu mas o vizinho do lado não o fazer. Isto só se consegue com escala, ou seja com ZIFs.

RC – Até ao final deste mandato a autarquia vai fazer algumas reabilitações. Comecemos pelo Centro de Atividades Ocupacionais no antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários, na sede de concelho.
VE – A câmara pediu um parecer ao Instituto da Segurança Social para saber se o local é apropriado e estamos à espera dele para avançar com o estudo prévio e com o projeto. Em setembro tive uma reunião com o Ministro Vieira da Silva e responsáveis do CRIA para apresentar o projeto e o feedback foi muito positivo. A responsabilidade será tripartida. O edifício e a obra são da câmara, a gestão será de uma IPSS e a comparticipação ou não fica a cargo do Governo. Há muitos anos que a câmara transporta jovens e pessoas com deficiência para o CRIA em Abrantes, o que representa um esforço financeiro grande. Ao realizarmos esta obra atingíamos vários objetivos. Fazíamos com que os jovens ficassem no seu concelho, com menos incómodos, criávamos postos de trabalho e fixávamos pessoas com a valência de lar residencial. Por outro lado reabilitávamos um edifício emblemático, num ponto estratégico do concelho. Temos financiamento para parte da obra e pensamos que as coisas podem vir a acontecer no próximo ano. Ainda esta semana farei nova comunicação formal ao Ministro Vieira da Silva.

RC – Na área cultural falam na reabilitação do piso inferior do Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado no Vale do Tejo. O que se pretende?
VE – Teremos ali novas coleções e não há condições em termos de piso e de humidades. Há necessidade de dar outra dignidade à entrada do Museu. Estamos a falar de um edifício que não foi concebido para o fim que agora tem e queremos torná-lo mais atrativo e assim ajudar a tirar partido de todo o trabalho que tem sido feito ao longo dos anos pelo Museu.

RC – É o mesmo que se pretende com a biblioteca/ludoteca?
VE – É um projeto que tentaremos iniciar, talvez não neste mandato. Uma vez que no Centro Cultural Elvino Pereira temos o auditório novo e a galeria reabilitada, a biblioteca/ludoteca precisa de obras de manutenção e de mudar um pouco o seu aspeto. Também intervencionar o espaço internet que acolhe aulas da Universidade Sénior. Temos de adaptar todo aquele espaço a esta realidade.

RC – Falam também na reabilitação do espaço exterior da escola e do Jardim de Infância de Cardigos!
VE – Sim. Já fizemos uma pequena intervenção naquele espaço. Há uma reclamação recorrente por parte dos pais e que tem a ver com zonas de sombra e de estar para as crianças. Há também problemas de infiltração de águas. Pensando nós que há todas as condições para que a escola se mantenha a funcionar, é nossa intenção criar melhores condições naquele local. Temos intenção de fazer a obra no verão de 2017.

RC – Assim sendo a escola de Cardigos não corre o risco de fechar?
VE – Eu não quero pensar nisso, mas são questões que não dependem só da câmara. O facto da freguesia de Cardigos estar à distância que está da sede de concelho, com tudo o que isso tem de transtorno para as crianças, é um fator importante que deve ser tido em conta na altura de tomar as decisões. Tudo temos feito para que esta e a de Carvoeiro se mantenham.

RC – Fala na reabilitação da entrada sul da sede de concelho, mas depois existem aldeias em situação complicada. O que se passa. Falta dinheiro?
VE – Não. Apesar de eu saber que tudo o que se faça a partir de agora é por causa das eleições, digo-lhe que, ao longo deste mandato fizemos intervenções no Carrascal dos Envendos, Venda Nova, Sanguinheira, Zimbreirinha, São José das Matas. Na Feiteira, Galega, Azinhaleite, Vinha Velha, na Estrada de Amêndoa para o Cabo e de Maxieira para Venda Nova, Ribeira de Boas Eiras e Louriçeira, entre outras. Vamos ainda lançar este ano o concurso para a reabilitação de Chão de Codes e Castelo. Tenho orçamento para os arruamentos de Carrascal em Cardigos, obra que deve arrancar no primeiro trimestre do ano que vem. Já fizemos 14 ou 15 intervenções profundas que custaram milhares de euros e há dinheiro para as pequenas obras em várias localidades.
Fizemos ainda a requalificação da Fonte Velha na Ortiga, do Poço Mourão na Amêndoa, da sede das associações em Mação em que recuperámos vários edifícios devolutos no centro histórico. Faremos a aquisição de casas no centro de Cardigos para a instalação da Loja do Cidadão e a requalificação da escola de Ortiga e o Núcleo Museológico ligado às artes das pescas. Adquirimos, nos Envendos, uma antiga fábrica de presuntos para aí instalar o Museu do Presunto, há muitos anos falado. São intervenções que demonstram a importância que damos às terras pequenas e à qualidade de vida das pessoas.

RC – Na saúde, a câmara vai apoiar na cedência de uma viatura para o Centro de Saúde. Trata-se de uma Unidade Móvel?
VE – Não. É uma viatura que já adquirimos, para que os médicos, auxiliares e enfermeiros se possam deslocar às respetivas extensões de saúde e aos domicílios. Além desta viatura, e no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, também serão adquiridas 13 viaturas para o mesmo fim. Após essa entrega avaliaremos se as duas ficarão ao serviço do Centro de Saúde ou se a câmara fica com esta primeira.

RC – Na educação, além dos apoios que já dão, vão estender a cedência de manuais escolares até ao 12º ano!
VE – Essa é uma possibilidade. Fomos cautelosos nessa matéria e o assunto não está fechado. Temos que avaliar bem, quem, em que condições e como poderão receber os manuais escolares. Entretanto podemos fazer parte de um projeto piloto para a reutilização de manuais, facto que pode ajudar esses alunos. É nossa intenção ajudar os alunos e a famílias a partir do 5º ano. Fica mais facilitado com a decisão do Governo ofertar os manuais até ao 4º ano. Relembro que estamos a suportar por completo, deste setembro, os custos das refeições dos jardins-de-infância.

RC – E os apoios à ação social e natalidade são para continuar?
VE – Sim. Não há razões para deixar de o fazer, sendo certo que o que fazemos é reconhecer os que aqui vivem e que aqui querem criar os seus filhos. Não é isso que tem sido decisivo para inverter o sentido das coisas.

RC – O trabalho que estão a desenvolver terá continuidade além deste ano que vem e das próximas eleições?
VE – Há questões que não se vão esgotar neste mandato e uma delas é o PARU. O museu e outras questões também ficam pendentes. A nossa perspetiva a nível de floresta e de valorização do território é algo que não ficará concluído, nem de perto nem de longe, neste mandato.

RC – Vai-se recandidatar?
VE - Há uma indicação do partido no sentido de que os presidentes de câmara em funções, e não havendo nada em contrário, de recandidatem. Não quero estar a assumir essa recandidatura mas o mais certo é que isso venha a acontecer.
Em termos de PSD Mação as coisas não foram totalmente faladas mas a seu tempo se saberá. Nunca antes de fevereiro ou março anunciaremos qualquer decisão nessa matéria, bem como em relação às juntas de freguesia. É um trabalho de equipa que teremos todos de avaliar em conjunto.


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