BEIRA BAIXA - João Lobo é o novo presidente da comunidade intermunicipal

Eleição e instalação do conselho intermunicipal aconteceram esta manhã. Notícia atualizada dia 27 de outubro.

BEIRA BAIXA - João Lobo é o novo presidente da comunidade intermunicipal

Decorreu esta manhã a reunião de instalação e eleição do Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB), sendo que João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, foi eleito presidente desta CIM.
Foram igualmente eleitos como vice-presidentes António Beites e Armindo Jacinto, respetivamente presidentes das câmaras Municipais de Penamacor e de Idanha-a-Nova.
Refira-se que o Conselho Intermunicipal é constituído pelos presidentes das câmaras municipais que integram a CIMBB, ou seja, Leopoldo Rodrigues (Castelo Branco), Luís Pereira (Vila Velha de Ródão) e Fernando Jorge (Oleiros).

Notícia atualizada dia 27 de outubro: Em declarações à Rádio Condestável, João Lobo disse que vai continuar o trabalho do seu antecessor no sentido de “promover, potenciar e ao mesmo tempo dinamizar económica e socialmente a região”, com um cariz de complementaridade entre “todos os municípios e os seus atores, ensino superior, empresas e associações representativas das comunidades”, disse.
Nas últimas semanas ficou a ideia de que esta comunidade pretendia convidar outros concelhos para a integrar. João Lobo partilha dessa vontade e adianta que a Covilhã e Belmonte “já expressaram vontade de se juntarem à CIMBB e em tempos o Fundão já mostrou esse interesse”, recordou ao mesmo tempo que lembrou a sua posição enquanto autarca, no mandato anterior, de que "tínhamos que olhar e revisitar este processo do ponto de vista dos perímetros do distrito”, sustentou. João Lobo mostrou também intenção de falar com a Sertã e Vila de Rei, mesmo porque as relações históricas e de proximidade sempre foram com estes territórios da Beira Baixa. “Essa discussão será agora iniciada mas não pode ser só o poder político a olhar para esta questão. Os atores do território também têm que dar a sua opinião para, de forma orgânica, termos territórios que trabalhem em rede e potenciem as suas comunidades”, explicou.

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