PAMPILHOSA DA SERRA: Alexandra Tomé nomeada vice-presidente

Novo executivo já reuniu.

PAMPILHOSA DA SERRA: Alexandra Tomé nomeada vice-presidente

O novo executivo camarário de Pampilhosa da Serra reuniu pela primeira vez na manhã de ontem. Desta saíram algumas decisões, nomeadamente a realização de reuniões de câmara descentralizadas nas últimas segundas-feiras do mês. Estas serão abertas ao público e terão lugar, alternadamente, nas freguesias concelhias. Nesta reunião foi igualmente designada a vice-presidência da autarquia, a qual caberá à vereadora Alexandra Tomé, dá conta a câmara em nota enviada à comunicação social. A vereadora em questão “desempenhará funções a tempo inteiro e em regime de exclusividade”, explicou o presidente da câmara, Jorge Custódio.
No início de “um ciclo diferente” e dirigindo-se aos vereadores, o autarca, voltou a frisar que os próximos tempos serão de enorme “responsabilidade”, sendo que o maior desafio, segundo constatou, passará por perceber se o executivo estará à altura de um “grande desígnio”, de modo a “não defraudar a expetativas dos pampilhosenses”. “A partir de hoje, não estamos aqui como partido A ou partido B. O que temos de fazer é pugnar o melhor que soubermos pelo concelho de Pampilhosa da Serra e trabalhar todos em conjunto”, acrescentou.

Sobre a realização de reuniões descentralizadas, Jorge Custódio explicou que visam “apelar a uma maior representação e participação dos pampilhosenses nas reuniões, fomentado um espírito de proximidade e criando novas oportunidades de escuta e análise das necessidades e sugestões da população”.
Ainda sobre os cargos de vereação, o vereador Rui Simão também desempenhará funções a tempo inteiro, em regime de exclusividade. Estes assuntos foram aprovados por unanimidade, tal como o regime de delegação de competências, que permite à câmara municipal delegar no presidente e autorizar a sua subdelegação nos vereadores, “as competências atribuídas por Lei à câmara municipal, com exceção daquelas que sejam indelegáveis por reserva expressa”. Este formalismo, tende a contribuir para uma maior celeridade e perspicácia em determinados procedimentos, como é o caso das empreitadas de obras públicas e da locação e aquisição de bens ou serviços, que se mostrem relevantes e que não coloquem em causa a boa gestão e rigor na aplicação de fundos públicos.

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