SERTÃ: Feriado Municipal sublinha valor do património natural concelhio

Assinalou-se este dia 24 de junho, dia do nascimento de S. Nuno de Santa Maria, o Feriado Municipal da Sertã.

SERTÃ: Feriado Municipal sublinha valor do património natural concelhio

Entre as várias iniciativas, durante a manhã, para além da colocação da coroa de flores junto à estátua de D. Nuno Álvares Pereira e uma missa no Seminário das Missões, em Cernache do Bonjardim, decorreu em Pedrógão Pequeno, a apresentação da Rota Botânica. Trata-se de uma referenciação da flora mais representativa do percurso pedestre de Pedrógão Pequeno. Como disse Carlos Miranda, presidente da Câmara Municipal da Sertã, o objetivo é que as pessoas olhem com mais atenção para o património natural que as rodeia e, através das plantas e das árvores, percebam um pouco mais da história que essa flora conta:

Esta rota está integrada no projeto ‘Territórios 5 Sentidos’, o qual envolve os municípios de Pombal, Castanheira de Pera e Sertã. Foi desenhado numa lógica de convite a estar, ser e sentir estes territórios e vai funcionar como mais uma oferta turística, notou ainda o autarca:

Este é um projeto que pode ser estendido a outros percursos e será uma forma de ter mais motivos para que eles sejam feitos:

Para Manuel Dias, presidente da Junta de Freguesia de Pedrogão Pequeno, este projeto “vem mostrar a riqueza que estes territórios têm, para desenvolver o turismo de natureza”.
Durante a tarde, a Alameda da Carvalha, na sede de concelho, foi “invadida” por um conjunto de sete estátuas vivas: o Homem Pedra, Casal Real, Força da Natureza, Figura Quase Impossível, Cauteleiro, Guerreiro Medieval, e Vendedor de Castanhas. Mais uma forma de arte que nos leva a parar e a refletir, sustentou Carlos Miranda:

Este projeto terá uma nova iniciativa no próximo dia 21 de agosto na Sertã onde será apresentado o Roteiro Literário intitulado “Breviário do tempo contado” alusivo a estátuas dos referidos três concelhos, elaborado por Laborinho Lúcio, Renato Cardoso, David Machado, Maria Rosário Pedreira e Paulo Moreiras. A ideia foi a de construir um livro cujas histórias têm como premissa as estátuas edificadas nos três municípios, refere a organização.

 

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