SERTÃ/Covid-19: Município faz balanço de um ano de pandemia

Hoje fazemos uma resenha da pandemia que, desde março do ano passado, tem afetado a vida diária de cada um de nós. Apesar dos números atuais serem mais animadores, o Município da Sertã alerta para que não se deixe de cumprir as normas da DGS.

SERTÃ/Covid-19: Município faz balanço de um ano de pandemia

Sabemos mais hoje sobre a Covid-19 do que há um ano. Esta doença respiratória provocada pelo SARS-CoV-2 é bastante infeciosa e apresenta sintomas semelhantes à gripe sazonal, começa por relembrar ao programa da Rádio Condestável “Todos juntos no combate à pandemia” o Município da Sertã, entidade que apoia o referido programa.
A doença em causa foi detetada em dezembro de 2019, na cidade chinesa de Wuhan, e espalhou-se rapidamente pelo mundo. Até agora, já matou mais de 2,6 milhões de pessoas e infetou cerca de 117 milhões. Só em Portugal contabilizam-se mais de 16 mil mortes e mais de 811 mil infetados.
Neste intervalo de um ano também ficámos a saber que a infeção se transmite entre pessoas através de gotículas que são expelidas do nariz ou da boca quando alguém infetado tosse, espirra, fala ou canta. Estima-se que o período de incubação, entre a exposição ao vírus e o aparecimento de sintomas, ronde 1 a 14 dias. O diagnóstico da Covid-19 é feito através de uma análise a uma amostra de saliva ou secreções do nariz e da garganta que confirmará ou não a presença do vírus.
As variantes do SARS-CoV-2 são agora inúmeras, sendo as mais conhecidas a variante inglesa e a extremamente contagiosa variante brasileira, continua o Município, relembrando que “esta doença pode deixar sequelas nos pacientes, podendo afetar vários órgãos, como os pulmões, o coração, os rins ou o fígado. Todos estão sujeitos a contrair este vírus, desde crianças a idosos, embora de modo diferente e com níveis de gravidade distintos. À partida, as pessoas infetadas por este vírus ficam imunes a novas infeções, devido à presença de anticorpos. Mas atenção: já houve casos de reinfeções causadas tanto pelo vírus original como pelas novas variantes”, alerta.

Neste momento, ainda não existe um tratamento eficaz contra a Covid-19, mas apenas medicação dirigida para sintomas, sinais, complicações e infeções secundárias geradas pela própria doença. Atualmente, vários cientistas e farmacêuticas estão a testar e a usar vários medicamentos para a covid-19, baseados em velhas e novas fórmulas, como antivirais, anti-inflamatórios, plasma sanguíneo e anticorpos monoclonais, explica a autarquia.
As vacinas são outro do tema abordado neste “Todos juntos no combate à pandemia” com o Município sertaginense a recordar que “desde o final de 2020, temos igualmente disponíveis um conjunto de vacinas, desenvolvidas em tempo recorde e que têm como principal objetivo induzir o corpo a formar anticorpos contra o SARS-CoV-2. Há várias vacinas já aprovadas e outras ainda em fase de testes ou de homologação. É expectável que a vacinação confira imunidade por um período de pelo menos um ano, uma vez que as pessoas vacinadas produzem mais anticorpos contra o coronavírus do que as pessoas que tiveram Covid-19.
Sabe-se que as vacinas previnem, sobretudo, a doença grave e, como consequência, as hospitalizações e a morte, mas não é claro se evitam a transmissão do vírus. Por isso, as pessoas vacinadas devem continuar a usar máscara e manter o distanciamento físico, pelo menos até haver imunidade de grupo, altura em que grande parte da população estará imune”.
Deste modo, o nosso conhecimento sobre a Covid-19 aumentou, embora isso não signifique que esta doença esteja controlada. Estamos ainda longe do fim desta luta, alerta igualmente a edilidade.
Há sinais positivos em todo o mundo e também em Portugal. Os últimos números são animadores, “mas isso não deve levar-nos a relaxar perante as atuais medidas sanitárias”, reforça, lembrando as pessoas para que continuem a “cumprir as medidas sanitárias com absoluto rigor, mantendo o distanciamento social; evitando deslocações desnecessárias; usando máscara; higienizando frequentemente as mãos e mantendo o ar renovado no interior dos espaços fechados. E mais importante ainda: ficando em casa”, finaliza.

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