VILA VELHA DE RÓDÃO: Acesso a cuidados com a diabetes em destaque

Ação de sensibilização decorre na Casa de Artes e Cultura do Tejo.

VILA VELHA DE RÓDÃO: Acesso a cuidados com a diabetes em destaque

Vai ter lugar no próximo dia 17 de novembro, na Casa de Artes e Cultura do Tejo, pelas 17:30, uma ação de sensibilização sobre a diabetes, intitulada “Acesso a cuidados com a diabetes: Se não for agora, quando?”. É promovida pela Associação de Diabéticos da Beira Baixa (ADBB) e levada a efeito pelo CLDS 4G de Vila Velha de Ródão, um projeto cofinanciado pelo Fundo Social Europeu, e o Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento, em parceria com o Município de Vila Velha de Ródão.
De acordo com a autarquia, a iniciativa é aberta ao público em geral e conta com a participação de Maria de Lourdes Reis, enfermeira, especialista em Saúde Comunitária e membro do Conselho Técnico da ADBB, cuja intervenção se centrará sobre o tema “Diabetes e Covid-19 – Controle da Infeção”, e também da Dr.ª Helena Monteiro, presidente daquela associação, socióloga, pós-graduada em Gerontologia e Terapeuta Clínica, que abordará a questão do “Impacto do Isolamento Social durante a Pandemia”. A moderação estará a cargo da Dr.ª Maria do Carmo Batista da direção da ADBB.
Citando um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), divulgado em 2020, a autarquia de Ródão relembra na nota que enviou à comunicação social que Portugal era, em 2019, o segundo país com uma maior taxa de prevalência de diabetes na UE, com cerca de 9,8% dos adultos (entre os 20 e os 79 anos) a terem a doença. Ainda assim, mais de 50% das pessoas com diabetes tipo 2 podiam ter prevenido a doença, o que torna este tipo de ação de sensibilização extremamente importante para o seu combate.
A diabetes é uma doença crónica que se traduz na incapacidade do organismo regular os níveis excessivos de açúcar no sangue porque o pâncreas não consegue produzir insulina. Se não for diagnosticada ou devidamente controlada, a doença pode resultar em complicações mais graves, como cegueira, insuficiência renal ou amputação de membros inferiores, e aumenta o risco de doenças cardiovasculares e da infeção respiratória Covid-19.

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